A Páscoa Judaico-Cristã

Entendendo a Páscoa para os Judeus e Cristãos


A Páscoa entre os Judeus

Entre os judeus, a Páscoa assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1.250 a.C., onde foram aprisionados pelos faraós durantes dezenas de anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo.

A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moisés, fugiram do Egito rumo à “Terra Prometida”.

Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.  

 

A Páscoa entre os cristãos

Entre os primeiros cristãos, esta data celebra a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo).

Este momento grandioso é celebrado até os dias atuais no domingo seguinte a lua cheia posterior ao equinócio da Primavera (21 de março). A celebração da Páscoa valoriza e enfatiza a importância da ressurreição de Jesus Cristo e a força da sua palavra viva pelos séculos até a eternidade.

Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.

A Páscoa não tem conotação comercial alguma. Não há chocolates. Há sim a doçura de um Deus que se fez carne e deixou seus ensinamentos para a harmonia da vida em sociedade e salvação dos filhos de Deus.