Gaivotas VA? mais longe a gaivota que voa mais alto

Gaivotas
VA? mais longe a gaivota que voa mais alto


A maior parte das gaivotas nA?o se preocupa em aprender mais do que o simples voo. Para a maioria, o importante nA?o Ai?? voar, mas comer.

No livro de Richard Bach, ai???FernA?o Capelo Gaivotaai???, uma das gaivotas, nA?o se contenta somente com a comida. Ela quer alAi??ar vA?os mais altos, rA?pidos, emocionantes, bonitos, quer voar, voar, voar, ser diferente do seu bando de gaivotas.

Esta sua tentativa requer esforAi??o, treinamento, concentraAi??A?o, empenho. Ela desafia uma sAi??rie de situaAi??Ai??es, pAi??e em risco o prA?prio relacionamento com as demais, mas, nA?o desiste do seu sonho de fazer de cada voo, algo melhor, de novas descobertas.

Mas ao nA?o se contentar com a mesmice e querer ser diferente e nA?o apenas viver para comer cabeAi??as de peixes, provoca a ira das demais e ela acaba sendo banida do grupo.

Gaivotas voam somente para buscar comida, sempre foi assim, porque ser diferente?
E sozinha, ela insiste, treina, se capacita, aprimora seus vA?os, insiste, experimenta tAi??cnicas diferentes, busca velocidades maiores, e, aos poucos, vai descobrindo situaAi??Ai??es novas que estava ao alcance de qualquer outra gaivota do seu grupo.

Descobriu com isso que o tAi??dio, o medo e a ira sA?o as razAi??es porque a vida de uma gaivota Ai?? tA?o curta. E agindo diferente, ela passou a viver mais feliz.

Esta busca incessante de se dedicar, aprender coisas diferentes, lhe fez decidir voltar para ensinar as demais gaivotas. Era preciso passar adiante o que havia aprendido. NA?o havia mais regras a serem seguidas e nA?o importava a maneira com o que o bando que lhe havia banido lhe receberia.

E voltou.

De tanto insistir mostrando as maravilhas adquiridas, apA?s muito tempo de treinamento e persistA?ncia, muitas outras gaivotas passaram a segui-la, tentando aprender algo mais do que simplesmente voar para buscar comida.

E do bando de gaivotas, atAi?? entA?o acomodadas, comeAi??aram a surgir dissidentes, que observavam atA?nitas a perfeiAi??A?o e a maravilha dos vA?os que tambAi??m elas, podiam alcanAi??ar..

Passado um determinado tempo, milhares de outras gaivotas estavam querendo aprender outras habilidades do voo.

Precisamos arriscar novos vA?os como catequistas, buscar novas alternativas para nossos encontros, retiros, reuniAi??es e trabalho comunitA?rio.

Jesus agiu assim, semelhante a esta gaivota. Preparou-se durante um bom tempo, treinou habilidades, tAi??cnicas, adquiriu conhecimento e mais tarde passou adiante a sua sabedoria. Sofreu com a dureza do coraAi??A?o de muitos, quebrou paradigmas, precisou morrer na cruz, mas as suas palavras e a busca de vA?os diferentes fizeram com que muitos de seus seguidores, tambAi??m quisessem voar e seus ensinamentos tivessem ressonA?ncia atAi??, hoje.

VocA? catequista, precisa escolher: se quer ter asas para voar, mas, seu vA?o se resume apenas a ir em busca de comida terA? liberdade de agir, assim e serA? como boa parte daqueles que se contentam com o que sempre existiu.

Mas se preferir arriscar vA?os diferentes precisarA? de treinamento, persistA?ncia e muita forAi??a de vontade, alAi??m de amor e humildade. AlAi??m de tudo isso, precisarA? de coragem para quebrar os paradigmas estabelecidos e os vAi??cios que foram criados ao longo de muito tempo.

Precisamos, como catequistas, voar mais alto, sair do bando acomodado.

VA? mais longe a gaivota que voa mais alto

Texto inspirado no livro ai???A histA?ria de FernA?o Capelo Gaivotaai???, de Richard Bach, um livro lindo que nos ensina a voar nos sonhos e a sair da mesmice. Este livro Ai?? A?tima indicaAi??A?o para a leitura de catequistas e lideranAi??as comunitA?rias. A leitura dele me inspirou para muitas idAi??ias e me tornou mais motivado para o trabalho pastoral.

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