Humilde

Humildade


Senhor, fazei com que eu aceiteAi??
minha pobreza tal como sempre foi.Ai??

Que nA?o sinta o que nA?o tenho.Ai??
NA?o lamente o que podia terAi??
e se perdeu por caminhos erradosAi??
e nunca mais voltou.Ai??

Dai, Senhor, que minha humildadeAi??
seja como a chuva desejadaAi??
caindo mansa,Ai??
longa noite escuraAi??
numa terra sedentaAi??
e num telhado velho.Ai??

Que eu possa agradecer a VA?s,Ai??
minha cama estreita,Ai??
minhas coisinhas pobres,Ai??
minha casa de chA?o,Ai??
pedras e tA?buas remontadas.Ai??
E ter sempre um feixe de lenhaAi??
debaixo do meu fogA?o de taipa,Ai??
e acender, eu mesma,Ai??
o fogo alegre da minha casaAi??
na manhA? de um novo dia que comeAi??a.


Ai??Cora Coralina

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