Ser batizado Ai?? trazer como marca o espAi??rito missionA?rio

Ser batizado
Ai?? trazer como marca o espAi??rito missionA?rio


O ConcAi??lio Vaticano II afirma: ai???Toda a Igreja Ai?? missionA?ria e a obra da evangelizaAi??A?o Ai?? um dever fundamental do povo de Deusai??? (AG 35).

O Papa Bento XVI propAi??e para este ano uma prA?tica missonA?ria em torno da missA?o e partilha.

A missA?o desacomoda, portanto nos faz perceber ao redor de nA?s as necessidades tanto do anA?ncio de Jesus Cristo para um mundo descristianizado bem como diante de tantas dores do ser humano.

O apelo ai???queremos ver Jesusai??? (Jo 12, 21) continua ressoando. Somos convidados a ser autA?nticas testemunhas, mas ao mesmo tempo sermos promotores da novidade do Evangelho.

Na mensagem para o mA?s missionA?rio o Papa nos diz:Ai?? ai???Em uma sociedade multiAi??tnica, que sofre sempre mais formas de solidA?o e de indiferenAi??a preocupantes, os cristA?os devem aprender a oferecer sinais de esperanAi??a, tornando-se irmA?os universais, cultivando os grandes ideais que transformam a histA?ria e, sem falsas ilusAi??es ou inA?teis temores, empenhar-se em fazer do planeta casa de todos os povosai???

Leigos e leigas cada vez mais tomam consciA?ncia de sua missionariedade. Percebem que por sua vocaAi??A?o especAi??fica vivem seu papel eclesial, de maneira especial, no esforAi??o de transformar a sociedade segundo o Evangelho de Jesus. As diferentes realidades da famAi??lia, juventude, polAi??tica, economia, educaAi??A?o, saA?de, trabalho, moradia, violA?ncia, meio ambiente e outras tantas questAi??es tocam o coraAi??A?o dos cristA?os e cristA?s batizados que vivem sua fAi?? no compromisso de transformar este mundo num espaAi??o harmonioso de se viver.

Para que a missA?o se torne partilha Ai?? preciso que a aAi??A?o dos batizados:

– seja de fermento na massa que repercute, sobretudo na prA?tica da justiAi??a e da fraternidade em todas as realidades;

– seja presenAi??a organizada e dinamizadora nas pastorais, comunidades, movimentos, conselhos e outros grupos de serviAi??o social.

– tenha uma espiritualidade, prA?pria orientada para a missA?o no mundo, pois Ai?? este o caminho da santidade. O encontro com Jesus provoca e permite assumir a sua causa, que Ai?? o anA?ncio e a dilataAi??A?o do Reino de Deus;

– seja de apoio, ajuda e solidariedade onde a fome e a misAi??ria predominam; colocando a disposiAi??A?o o seu conhecimento e sua competA?ncia profissional, prA?prios dos leigos e leigas;

– seja de compromisso, para que os valores humanos e cristA?os impregnem a sociedade;

– seja este o momento de acordar, entendendo que dois terAi??os da populaAi??A?o mundial, ainda nA?o sabe que Jesus Ai?? nosso Salvador;

– seja de abrir os olhos alAi??m dos horizontes e sentir, com um coraAi??A?o generoso, as necessidades dos nossos missionA?rios e missionA?rias que vivem alAi??m fronteiras.

Ai?? preciso nos perguntar: o que estamos fazendo para tomarmos consciA?ncia de nossa missA?o?

Que partilha, precisamos realizar para que todos possam crescer dignamente?

Que compromisso assumiremos dentro do mA?s missionA?rio a partir de nossas comunidades, famAi??lias…?


Ir. Marlene Bertoldi

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